- Ah! Nem lhe disse, hoje é meu aniversario.
- Que? Como você não me disse, nem tenho um presente, olha como estou tão desarrumada. Como pôde?
- E você acha que eu ligo, estamos sós, não precisa tudo isso, e o presente já é a sua presença.
Eu me derreti na mesma hora, me deu uma vontade enorme de abraçá-lo.
Ele saiu um instante e voltou com um prato, que meu Deus, aparentemente maravilhoso.
- sirva-se. Ele disse.
- Caio Feliz aniversario.
- Obrigada. Ele sorrio
Então comemos, rimos e eu sempre perguntando as coisas.
- Aprendeu a cozinhar sozinho? Uma comida tão boa dessa e desse padrão só os cozinheiros profissionais fazem!
- Eu sou cozinheiro profissional, mais não trabalho mais nesse ramo de “cozinha”.
- ah! Certo, você já foi de tudo um pouco na vida, em?!
- nem tudo, nunca fui pai.
- Pai? Então estamos empatados, eu também não.
Ele balançou a cabeça e riu. Quando acabamos de jantar ele levantou e foi em direção a sala, olhou para mim e me chamou.
- Monize pode sentar aqui no sofá.
Eu fui andando em direção ao sofá, olhando em volta, tudo muito misterioso, nas paredes muitos quadros, poucas janelas na casa toda, foi o que deu pra notar, na verdade tudo muito clássico, Parecia que morava ali um senhor de idade, pessoas mais antigas gostam de coisas antigas, a meu ver é claro. Sentei no sofá, muito macio era de coro bem escuro, uma estratégia para não ver a sujeira, mais o que me chamou a atenção foi um porta-retrato ao lado do sofá, bem pequeno que não tinha foto mais tinha algo escrito. Olhei para o Caio ele estava de costas, procurando algo do qual eu não sabia o que era, e no porta-retrato dizia o seguinte: “Não te esqueças de mim, nem na hora de minha morte”. Aquilo me tocou profundamente, do que se tratava aquilo, será que era alguém muito especial do qual Caio lembrava e chorava todos os dias? Mais uma duvida se formou em minha mente. Odiava ficar assim. Caio tirou de sua estante um pequeno livro, ele me olhou e em sua boca abriu um breve sorriso, sentou ao meu lado, e me mostrou o tal livro...
- Que? Como você não me disse, nem tenho um presente, olha como estou tão desarrumada. Como pôde?
- E você acha que eu ligo, estamos sós, não precisa tudo isso, e o presente já é a sua presença.
Eu me derreti na mesma hora, me deu uma vontade enorme de abraçá-lo.
Ele saiu um instante e voltou com um prato, que meu Deus, aparentemente maravilhoso.
- sirva-se. Ele disse.
- Caio Feliz aniversario.
- Obrigada. Ele sorrio
Então comemos, rimos e eu sempre perguntando as coisas.
- Aprendeu a cozinhar sozinho? Uma comida tão boa dessa e desse padrão só os cozinheiros profissionais fazem!
- Eu sou cozinheiro profissional, mais não trabalho mais nesse ramo de “cozinha”.
- ah! Certo, você já foi de tudo um pouco na vida, em?!
- nem tudo, nunca fui pai.
- Pai? Então estamos empatados, eu também não.
Ele balançou a cabeça e riu. Quando acabamos de jantar ele levantou e foi em direção a sala, olhou para mim e me chamou.
- Monize pode sentar aqui no sofá.
Eu fui andando em direção ao sofá, olhando em volta, tudo muito misterioso, nas paredes muitos quadros, poucas janelas na casa toda, foi o que deu pra notar, na verdade tudo muito clássico, Parecia que morava ali um senhor de idade, pessoas mais antigas gostam de coisas antigas, a meu ver é claro. Sentei no sofá, muito macio era de coro bem escuro, uma estratégia para não ver a sujeira, mais o que me chamou a atenção foi um porta-retrato ao lado do sofá, bem pequeno que não tinha foto mais tinha algo escrito. Olhei para o Caio ele estava de costas, procurando algo do qual eu não sabia o que era, e no porta-retrato dizia o seguinte: “Não te esqueças de mim, nem na hora de minha morte”. Aquilo me tocou profundamente, do que se tratava aquilo, será que era alguém muito especial do qual Caio lembrava e chorava todos os dias? Mais uma duvida se formou em minha mente. Odiava ficar assim. Caio tirou de sua estante um pequeno livro, ele me olhou e em sua boca abriu um breve sorriso, sentou ao meu lado, e me mostrou o tal livro...
AMANHÃ POSTO MAIS, Bjs amores
Nenhum comentário:
Postar um comentário