sexta-feira, 27 de agosto de 2010

16ª PARTE *-*

Caio comprou refrigerante, Comprou alguns salgadinhos. E nem demoramos ali. Nosso passeio foi meio doido. Eu não esperava acontecer nada do que tinha acontecido. Foi doido, mas super maravilhoso. Entramos no carro e seguimos rumo a nossas casas, rumo a PH.

- Quantos quilômetros são de PH, até aqui caio?

- É... Acho que são uns 12 km.

- AH! Bem perto.

-Perto? Você não viria pra cá de pé, viria?

Ele riu.

-Não. Mas viria de carro.

- Mas...

-Xiii, mas nada. Ponto final.

Ele me olhou serio, e piscou. E riu com uma cara sínica.

-Sim senhora minha Rainha.

- Assim está bem melhor.

No meio da viajem, ele tocou no assunto dos beijos. Dos, eu te amo e blá, blá, blá.

- Monize, o que achou de nos beijarmos?

- Como assim o que achei? Eu achei normal.

- Mais você não sentiu nada? Gostou. Quer mais?

Ele ria.

- Hum. Gostei sim e porque você acha que eu vou querer mais?

-Não sei me responda você!

- Ah! Bom, eu não gosto muito de falar sobre essas coisas.

- Por que não? Em um relacionamento, tem que ter essas conversas...

-Mais que relacionamento?

- O nosso. Nos não estamos juntos agora?

- Juntos? Não sei, acho que aquilo só foi um beijo.

- um beijo? Sei. E a parte do eu te amo, não valeu de nada?

- Valeu sim. Mas...

- Mas o que? Você não quer nada serio é?

- Não, não é isso é que eu estou meio confusa!

-Confusa com o que?

- Com tudo isso.

- Monize eu não entendo suas palavras. E não te entendo.

- Só me deixa pensar um pouco.

- ok. Mas me responde só uma coisa. Aquilo que você disse sobre gostar de mim, desde o primeiro dia em que me viu, é verdade?

- Caio, eu quero que entenda que eu não vou te responder isso, estou confusa. Dá pra você PARAR de me PERTURBAR? Ou está Difícil?

quinta-feira, 26 de agosto de 2010

15ª PARTE.

Dei um sorriso com o canto da boca e cheguei perto de seu ouvido.

- Eu te amo também, te amei desde o primeiro dia em que te vi. E você não precisa esperar não, eu quero você de corpo e alma.

Dei um beijo em seu pescoço. Eu o olhei e ele não falou nada só me abraçou forte.

-Mesmo que o apesar de... Atrapalhe-nos, estarei com você. Eu prometo minha rainha.

- Promete?

- Prometo sim.

- ah que lindo. Eu amei o que disse pra mim.

- é? Ele riu

- é sim. Você é o Homem da minha vida.

- eu sou? Finalmente você encontrou rainha. Eu sou todo seu.

Ele abriu os braços e me abraçou.

Rimos juntos.

- Monize vamos lá embaixo um pouco. Depois subimos aqui só pra buscar nossas coisas. Sim?

- Sim meu rei.

Ele pegou na minha mão e me puxou, saímos correndo do quarto.

-Monize, vamos a um lugar magnífico, eu sei que você vai amar.

Os olhos dele brilhavam como duas pedras preciosas.

Seu sorriso, cada vez mais lindo. Acho que o amor faz isso com as pessoas. Não importa como elas sejam o amor supera tudo e também pode suportar tudo. As diferenças têm que ficar de fora.

- Chegamos à ilhota.

- Ilhota?

-é Ilhota. O nome é estranho, mas o lugar é Perfeito em?

-É verdade, é tudo perfeito mesmo.

E então nós entramos naquele lugar. Não era pago a entrada mais se fosse comer algo teria que pagar e lógico, mas como tínhamos almoçado. Bem, que almoçamos fazia um tempinho, mas preferimos esperar o jantar.

O lugar tinha varias casinhas, não sei qual era o nome certo que se dava a elas, mas eu acho que se pareciam tendinhas. Elas só cobriam a parte de cima. Ficamos em uma que era bem de frente do lago artificial. Era enorme. E lindo muito lindo. Sentamos em umas das cadeiras que estavam lá.

- Monize, você não trouxe uma roupa de banho se quer, em?

Com cara de decepcionada falei:

-Não trouxe. Eu não sabia que viríamos pra praia e nem pra cá.

terça-feira, 24 de agosto de 2010

14ª PARTE *

- O que eu pretendo? Eu pretendo te amar. Posso?
Eu simplesmente parei, não sabia o que dizer e nem muito menos fazer. Aquele momento foi único. Respirei fundo e falei:
- Se é o que você pretende realmente. Pode sim.
Ele então chegou bem perto, colando seu rosto no meu, fechou seus olhos e passou seus lábios nos meus. E me beijou.
Meu coração bateu mais forte, minha cabeça dava voltas, me sentia nas nuvens. E eu o beijei também. Depois ele falou:
- Monize, não sei se o que estamos fazendo está certo!
Eu o olhei espantada, ele falou como se ele estivesse traindo alguém. Mais será que isso podia acontecer?
- Por que você está dizendo isso? Por acaso está me escondendo algo?
- esconder algo de você? Não isso não, por que mentiria pra você.
- Então por que não podemos continuar sem medo de errar?
- Eu não sei, algo me diz que isso não está certo! Mas eu amo você.
Esse momento foi único pra mim. eu não tinha palavras. Amava-me? Como? Por quê? Meu Deus o meu coração estava a mil.
- Monize, fala alguma coisa... Por favor.
- Não sei o que falar Caio.
-Você me ama?
Meus olhos se arregalaram, minha boca travou, não conseguia falar. Caio começou a me sacudir.
-Pare com isso. Falei alto e gritando.
Ele me soltou, e se afastou com as mãos levantadas.
- Calma Calma. Desculpe por isso.
Eu sacudi a cabeça e respirei fundo.
- Caio, não, me desculpe você. Não sei o que aconteceu.
- Tudo bem, minha querida.
Ele foi se aproximando de mim e nós dois nos olhávamos fixamente. Chegou perto, colocou suas mãos no meu rosto e seu rosto veio em minha direção, ele me beijou novamente e eu retribuir. Ele sabia que estava fazendo, tudo muito sincero. Seus lábios eram muito macios, beijava como se toda vez fosse a ultima.
Paramos de nos beijar e ele me olhou.
-Monize, não quer dizer que só por que eu disse que te amo, você tenha que dizer o mesmo, tudo bem?
- sim. Tudo bem.
- Você sabe... Eu esperarei o tempo que for preciso.
AMANHÃ POSTO MAIS AMORES.. bjs bjs bjs

segunda-feira, 23 de agosto de 2010

13ª PARTE

- é? Não. Era do meu tio, ele faleceu ano passado. Por isso que aquela casa não tem nada haver comigo. Tem jeito de gente “velha”.
Eu sabia que aquela casa pertencia a um senhor de idade. Acertei na mosca. Só não arrisquei.
- Quero saber uma coisa de você!
- O que?
- Quando eu estava na sua casa, eu vi uma coisa que me chamou muita à atenção. Vi um porta-retrato que dizia assim mesmo...
- “Não te esqueças de mim, nem na hora de minha morte”. Foi isso?
- Que rápido, em! É isso mesmo.
- Você é muito perceptiva ou é muito curiosa.
Ele riu...
- Eu confesso, sou as duas coisas.
- Imagino.
Ele riu. Eu o olhei serio.
- Não ria.
- Porque não? É proibido rir agora?
- Não, mais eu não gosto que fiquem rindo de mim, por essas coisas.
- Você é muito boba mesmo.
Ele olhou seu relógio, e disse:
- Moça já passa das três horas da tarde. Você não quer descansar um pouco?
- Pensando bem eu quero sim.
- então fazemos assim depois vamos passear e vamos embora.
- ok.
Ele se levantou da cadeira e foi até a minha. Olhou-me e disse:
-Você já quer ir, vamos comigo?
Eu fiquei espantada.
- Que?
Ele riu, olhou para cima, passou sua mão em seu cabelo liso e perfeito. Entrou e se jogou em uma das camas. Começou a se espreguiçar. Eu o olhei e comecei a rir.
- Ei seu doido...
-Diga o que você deseja! Que eu faço.
- Serio? Você faria mesmo?
- Bom, agora que você falou isso, fiquei até com medo de dizer que sim.
Rimos Juntos.
-Calma, não é nada demais.
Ele me olhou desconfiado.
- Eu estou com medo de você.
Ele riu
-Para com isso. Que coisa.
Rimos juntos.
-Monize pare de rodeios e vá ao que interessa.
Eu já ia falar e o celular dele tocou. Que chato em!
Ele olhou no visor do celular e disse um pouco nervoso:
- É... Tenho que ir atender, Ok?
- Ah! Sim, tudo bem.
Ele atendeu o celular e saiu. Isso foi o fim, eu estava à beira de um colapso, eu fiquei muito curiosa, por que ele saiu tão nervoso e desconfiado? Essa minha mania nunca iria acabar.
Fiquei sentada esperando ele voltar, acho que ele voltou depois de uns 5 minutos. E voltou rindo.
- Monize desculpe fazer você esperar.
- Ah! Tudo bem já estou acostumada a esperar os outros.
Ele me olhou e foi ao meu encontro. Ergueu a sua mão para pegar a minha e disse:
- por favor, vamos descansar um pouco?
Eu o olhei, coloquei minha mão na sua e ele me puxou. Estávamos pertinho um do outro. Ele não parava de me olhar. E me abraçou.
Naquele momento fiquei sem entender nada, mais o abracei também. Então saímos da varanda, estava sendo puxada por ele.
Ele encostou-me à parede, me agarrou pela cintura e com todo amor do mundo disse:
- Posso fazer o que eu queria fazer a muito tempo?
- Não sei. O que você pretende?
Ficamos nos olhando. Ele sorriu pra mim, seu sorriso era lindo demais e falou:


AMANHÃ POSTO MAIS AMORES ... Bjs bjs bjs bjs

sexta-feira, 20 de agosto de 2010

12ª PARTE *-*

- Sim eu digo.
- Tudo bem, eu tenho vinte e três anos.
- Como? Vinte e três? Meu Deus você é muito...
-Novo? É sou sim!
- Mais não parece, você é maduro demais!
- Ou tenho cara de velho?! E você? Não vai me dizer, que tens dez anos?
Ele riu.
- Não, eu não tenho dez anos. Tenho exatamente dezenove.
- dezenove? Muito nova também.
- é sou nova mesmo.
- mais, você disse que ainda tem pai e mãe, onde eles moram? E já deu pra perceber que você mora sozinha.
- Agora Moro sim. Mais meus pais ainda moram no mesmo lugar onde eu morava. Eles moram juntos com meus irmãos. Em João pessoa, sabe aonde é?
- Hum, sei sim, já ouvi falar muito, dizem que é bem bonito. Mais ainda não é mais bonito que em PH. Mais porque você veio morar pra cá?
- Bem, é verdade, acho que PH é bem mais bonito que qualquer lugar. E eu vim morar pra cá com uma amiga, ela veio a trabalho. Pediu que viesse pra ela não se sentir só. Compramos uma casa, ela viajou a trabalho para fora do país e me disse que é necessário que ela fique por lá mais ou menos um ano. Acho que é isso.
Ele ficou me olhando serio, prestava muita atenção a cada palavra que eu dizia.
- Então quer dizer que você mora com uma amiga. Quando Ela foi?
- Foi mês passado.
-Desculpa eu te perguntar, mais você vive de que? Seus pais mandam alguma coisa pra você?
Comecei a rir.
-Não, eu trabalho, mais se você não percebeu estamos no mês de Julho, e ainda estamos no dia vinte e um. Estou de Férias.
Ele me olhou confuso.
- é mesmo, sei lá. Nem eu mesmo me toquei Mais você trabalha aonde?
- Trabalho em uma emissora local. Sou redatora.
- Redatora? Legal. Parabéns.
- Obrigada. Mais e você, não trabalha?
- Não. Meu pai faleceu há anos.Ai decidi morar pra cá. Ele me deixou uma pequena herança.
- Herança? Aquela casa é a herança?
-Não. A tal herança são outras coisas.
Ele riu.
- E de quem é aquela casa?.


AMANHÃ POSTARIA MAIS. bjs bjs bjs.

quinta-feira, 19 de agosto de 2010

11ª PARTE

- Não, eu lhe disse lá embaixo, que... Ah! Você não estava prestando atenção, em?
- Desculpe, estava pensando em outras coisas.
- Imagino, estava admirando o lugar, sabia que você ia gostar.
- é verdade, é lindo mesmo.
- Vou te explicar novamente, iremos almoçar aqui, vamos descansar passear um pouco e voltar para casa! Sim?
- Sim, tudo bem!
Descemos para o almoço, o lugar estava cheio. Caio foi falar com um rapaz e ele nos levou a uma mesa vazia.
Sentei-me em uma das cadeiras, e caio sentou na cadeira de frente para mim. Fizemos o pedido.
- Senhor, a refeição ira demorar meia-hora. Disse o garçom.
- Tudo bem.
-obrigada senhor. Senhora!
- Caio você já veio alguma vez pra cá?
- Já sim, vim varias vezes.
- Varias vezes? Mais com quem veio?
- Vim pra cá com duas mulheres.
- Como? Duas mulheres? Deus.
Coloquei minha mão no rosto.
- O que foi Monize? Ele riu
- Como o que foi? Eram o que suas namoradas? Olhei espantada.
Ele me olhou, e soltou uma gargalhada, que quase todos viraram pra ver.
- meu Deus mulher. Por que eu tenho que ser igual a todos os Homens? Namoradas! Paciência Monize. Eu só tenho olhos pra você.
Ele ainda ria.
- Então quem era? Corei.
- Minha mãe e minha Irmã. Satisfeita!
- Rum, Tudo bem. Eu me enganei.
- E como em!
Ele ria mais alto agora. Eu estava morrendo de vergonha.
A comida chegou e começamos a comer.
- Ta aí. Estalei os dedos
Ele me olhou.
- Ta aí, o que?
- uma comida boa demais e se quiser come-la novamente é só ir à sua casa.
- é verdade, você estará sempre convidada a comer em minha casa, está bem?
- Obrigada. Dei um breve sorriso.
Quando terminamos, ele pagou a conta e subimos para o quarto, eu me deitei na cama, ele passou direto por mim em direção a varanda. Eu o acompanhei com os olhos. Ele sentou em umas das cadeiras que ali estavam, olhou para mim e disse.
- Monize, quer vir aqui um instante?
- Claro, já estou indo!
Sentei na cadeira ao seu lado e olhei para o mar. O barulho do mar, o cheiro de ar fresco, era Inesquecível.
- Monize, lembra quando disse que queria saber sobre você também? Eu não sei nada sobre você!
Eu ri.
- se me lembro? Nunca me esqueci. Queres saber o que sobre minha vida?
- Tudo o que poder contar!
- Hum, Tudo bem então. Moro ali em PH a mais ou menos um ano e meio. Tenho dois irmãos, ainda tenho pai e mãe.
- tem quantos anos?
Comecei a ir.
- Por que você acha que devo responder? Você não me disse quantos anos tinha!
- Se eu disser você vai dizer? Disse ele curioso.
AMANHÃ POSTO O RESTO. bjs bjs bjs

quarta-feira, 18 de agosto de 2010

10ª PARTE *-*

- Hoje iremos para um lugar mágico. Ele riu
- Ficou parecendo cena de Filme, em?
- verdade. Monize vamos passear.
-Passear, pra onde?
- Você é muito curiosa e eu já percebi isso há muito tempo.
Eu corei e ainda fiquei sem graça.
- Você está muito linda. Alias você é linda. Fica bonita de qual quer jeito.
- Serio? Obrigada Caio. Dei um sorriso.
- você já está pronta?
- Sim, estou.
- Então vamos.
Ao sair de casa, havia um carro estacionado em frente. Era lindo demais. Nem sei qual era o carro.
- Monize pode entrar!
Ele abriu a porta do carro pra mim. Eu entrei, ele deu a volta e entrou também. E eu quase esqueci, ele estava lindo demais. Sua roupa combinava com tudo. Estava perfeito. E muito cheiroso.
- Ah! Caio você está muito bonito.
- estou? Acho que são seus belos Olhos verdes que estão vendo isso. Mais Obrigado minha Rainha.
Começamos a rir, e seguimos viajem. Estávamos em um lugar que nunca tinha ido, havia muitas pessoas ali.
- Você conhece essas pessoas?
- Não, não conheço.
- E o que viemos fazer aqui?
- Viemos passear, oras!
- Mais se me recordo, não foi você que disse que não gostava de ambientes cheios e que não é muito social?
- Eu mesmo. Não gosto de lugares cheios e não sou muito social. Mais eu não vim por eles, vim por você. Não vim conversar com eles, vim conversar com você. E só com você! Tudo bem assim?
- Ai, isso foi na testa. Ta bem, boa resposta!
Ele riu. Chegamos num lugar onde havia algumas pessoas, ele parou o carro, desceu e foi abrir a porta para mim.
- Obrigada Cavalheiro. Sorri para ele
- De nada senhorita.
O lugar era muito agradável, tinha uma praia maravilhosa, um sonho. Fomos até uma pousada perto Dalí. Sentei num banquinho que dava de frente para o mar. A vista era linda demais.
- Monize, reservei um quarto para nós dois, com duas camas e...
Enquanto ele falava, eu o admirava, o jeito que ele se expressava, era único, seus olhos brilhavam, cada gesto era perfeito. Tratava-me tão bem, suas palavras eram com amor. Tudo nele me encantava.
- Sim vamos?
- Ah! Vamos, sim!
Então subimos, o numero do quarto era 58. O quarto ficava para o lado do mar. Era tudo lindo por fora. E por dentro mais ainda. Devia ser caro. E como em!
- Caio? Vamos dormir aqui hoje, é?

.... DEPOIS POSTA MAIS.. kkkk Só no suspense. bjs bjs bjs.

9ª PARTE

- Eu esperarei o tempo que for preciso.
Foi exatamente o que ele disse, com todas as letras.
Eu fiquei paralisada, ele olhava nos meus olhos profundamente.
- Caio, o que você quer dizer com isso?
- O que quero dizer? Nada, só quero que guarde isso em sua mente e em seu coração.
Eu pensava que era outra coisa, achava que ele iria se declarar pra mim pensei errado. Mas o que levou Caio a dizer aquilo pra mim!
Com vergonha e muito sem graça disse rapidamente.
- é então vamos logo, está ficando muito tarde.
- vamos sim.
Ele me acompanhou até minha casa, mais no caminho nós não trocamos uma palavra se quer. O silencio tomou o momento. Chegando à porta de casa, foi à primeira palavra depois de um longo caminho e ainda partiu dele.
- Monize, meu dia foi ótimo com você. Obrigado por está por perto.
Eu o olhei um pouco desconfiada, com medo de dizer algo, nem sei o que pensava na hora, mas mesmo assim falei com o rosto corado.
- De nada, é. Então nos vemos amanhã?
- sim claro, amanhã quero lhe mostrar algo.
- Tudo bem, até mais.
Ele piscou para mim e no meio do nada se foi.
Caio era um homem quase perfeito, só que algumas de suas atitudes me faziam tremer. Não que o achava um psicopata, mais só um medo bobo, nada mais. Entrando em casa, me deparei com uma caixa pequena e bem ao lado uma cartinha que dizia assim.
‘‘Monize, espero que goste, eu mesmo fiz. Com carinho Caio’’
Abri a caixa rapidamente, e confesso que não esperava aquilo, era um cordão com um pingente de madeira que estava escrito. ‘‘ Monize minha Rainha’’ AH! Meu coração bateu mais forte, tive vontade de chorar naquele momento eu achei tão lindo.
- Vou usá-lo amanhã quando for sair com caio. Falei para mim mesma.
Foi um dia espetacular, o dia mais feliz da minha vida. Eu dormir como uma rainha. Amanheceu e fui logo tomar um banho, ficar bem cheirosa, eu não sabia a que horas ele poderia aparecer. Vesti meu vestido favorito, era um rosa com bolinhas brancas, me falaram uma vez que ficava tão linda com esse vestido, que passei a usá-lo freqüentemente. Não me lembro de me importar tanto comigo, acho que agora tinha motivos, minha mãe sempre dizia, minha filha se vista melhor, cuide-se mais e blá, blá, blá. Era sempre a mesma coisa e coloquei o cordão que ganhara de caio. Ouvi de longe alguém batendo na porta, era o caio, tinha que ser ele. Quem mais seria!
Abri a porta e ele estava me esperando ali, encostado na parede olhando para baixo. Eu saí e o olhei. Ele não tinha me visto.
- Oi.
- Oi, como vai?
- estou bem e você?
- também estou. Gostou do presente que deixei ai pra você?
- Ah! Gostei sim, muito obrigada. Olhe já estou usando.
- Está lindo em você.
Eu realmente gostei, e o que mais achei engraçado foi o fato dele me dar um presente se foi ele que fez aniversário.
- Entra caio. Para onde que iremos hoje?

terça-feira, 17 de agosto de 2010

8ª PARTE *-*

- Porque eu não sei se não me importaria, se esperaria, são momentos de nossas vidas. Quem sabe, ela falou isso no momento que escreveu, será que ela esperou? Como eu já lhe disse, eu ainda não encontrei o homem da minha vida. Quem sabe eu encontre e possa esperá-lo.
- Monize, o que você acha? Eu devo esperar ou devo prosseguir?
- Você acha que eu sou a pessoa certa pra responder isso?
- Por que não? Você é a única pessoa no momento aqui!
Ele riu.
- Não ria de mim, assim eu não respondo.
- Tudo bem.
- Siga seu coração, ele dirá o que fazer.
- mais se o meu coração não funcionar tão bem assim?
- Aí, já não é comigo, senhorio!
Eu nem liguei muito, começamos a rir novamente, estávamos nos comportando como duas crianças.
- Monize, você está ciente da hora?
- Não. oh Meu Deus.
- Pois é, Rainha, já passa das onze horas.
- Leve-me para casa, e, por favor, não esqueça meu sapatinho de cristal.
Caio me olhou serio por uns 4 segundos e soltou uma gargalhada.
- Cinderela minha querida, te levarei imediatamente antes da meia-noite
- então vamos cavalheiro.
Ele estendeu sua mão, me puxou e saímos correndo pela casa, Chegando à porta encostei-me à parede, ele parou na minha frente, riamos muito e aos poucos parávamos de rir, eu coloquei minha mão tampando minha boca, e ele me olhava seriamente. Eu corei rapidamente. Caio tirou minha mão da boca, e passou seus dedos macios em meu rosto e a única coisa que ele disse foi:


É SURPRESA. AMANHÃ POSTO A 9ª E 10ª PARTE. bjs, bjs, bjs.

7ª PARTE

- Esse é meu livro, não é exatamente um livro, é um caderno de anotações, coloco frases, textos e coisas que a mim interessam, mais o que eu mais gosto é o de Clarice Lispector. Conhece?
- Clarice Lispector?
- Já ouviu falar?
- Não, na verdade nunca ouvir falar. Fiquei com cara de boba.
- Não? Como não. Ela é muito conhecida, que falta de conhecimento em senhorita Monize?! Ele riu.
Eu nem sabia o que dizer a ele, homem tão clássico, aparentemente tão inteligente, mais eu mesmo me perguntei como!
- É me desculpe.
- Por que você está pedindo desculpa?
- Por quê? Porque sim. Mais o que você quer me falar dela?
- tenho um em particular que adoro, é o apesar de...
- apesar de o que?
- apesar de se dever amar, apesar de se deve comer e etc. E o que me chama a atenção é o final.
- Mais porque tudo isso? Apesar de isso, aquilo!
Ele olhou no seu caderno e começou a ler.
- E não importa se não vier agora, eu esperarei o tempo que for preciso.
Eu simplesmente parei. Minha boca ficou seca. Meu coração acelerou. Ele fechou seus olhos, e com um simples gesto, colocou o caderno em seu peito e apertou-o. Eu não entendia nada. Ele abriu os olhos e me olhou profundamente e disse.
- O que achou?
- eu, eu achei lindo. Muito profundo isso. É um pouco complicado.
- Você entendeu o que ela quis dizer aqui?
- O que ela quis dizer, eu não sei, mais o que eu entendi, foi que ela vai depender dele até que ele venha, vai esperá-lo o tempo que for preciso. É só isso o que me vem à cabeça.
- Você acha isso? E me reponde uma coisa. Você esperaria o tempo que fosse?
- Sinceramente, eu não posso te dizer isso.
- Por que não?

segunda-feira, 16 de agosto de 2010

6ª PARTE *-*

- Ah! Nem lhe disse, hoje é meu aniversario.
- Que? Como você não me disse, nem tenho um presente, olha como estou tão desarrumada. Como pôde?
- E você acha que eu ligo, estamos sós, não precisa tudo isso, e o presente já é a sua presença.
Eu me derreti na mesma hora, me deu uma vontade enorme de abraçá-lo.
Ele saiu um instante e voltou com um prato, que meu Deus, aparentemente maravilhoso.
- sirva-se. Ele disse.
- Caio Feliz aniversario.
- Obrigada. Ele sorrio
Então comemos, rimos e eu sempre perguntando as coisas.
- Aprendeu a cozinhar sozinho? Uma comida tão boa dessa e desse padrão só os cozinheiros profissionais fazem!
- Eu sou cozinheiro profissional, mais não trabalho mais nesse ramo de “cozinha”.
- ah! Certo, você já foi de tudo um pouco na vida, em?!
- nem tudo, nunca fui pai.
- Pai? Então estamos empatados, eu também não.
Ele balançou a cabeça e riu. Quando acabamos de jantar ele levantou e foi em direção a sala, olhou para mim e me chamou.
- Monize pode sentar aqui no sofá.
Eu fui andando em direção ao sofá, olhando em volta, tudo muito misterioso, nas paredes muitos quadros, poucas janelas na casa toda, foi o que deu pra notar, na verdade tudo muito clássico, Parecia que morava ali um senhor de idade, pessoas mais antigas gostam de coisas antigas, a meu ver é claro. Sentei no sofá, muito macio era de coro bem escuro, uma estratégia para não ver a sujeira, mais o que me chamou a atenção foi um porta-retrato ao lado do sofá, bem pequeno que não tinha foto mais tinha algo escrito. Olhei para o Caio ele estava de costas, procurando algo do qual eu não sabia o que era, e no porta-retrato dizia o seguinte: “Não te esqueças de mim, nem na hora de minha morte”. Aquilo me tocou profundamente, do que se tratava aquilo, será que era alguém muito especial do qual Caio lembrava e chorava todos os dias? Mais uma duvida se formou em minha mente. Odiava ficar assim. Caio tirou de sua estante um pequeno livro, ele me olhou e em sua boca abriu um breve sorriso, sentou ao meu lado, e me mostrou o tal livro...

AMANHÃ POSTO MAIS, Bjs amores

5ª PARTE

- sim, eu prometo. Falei um pouco desconfiada
- Prometa que você sempre vai estar por perto?
- Caio, que tipo de perg...
- Por favor, só prometa!
- ah! Tudo bem, eu prometo sempre estar por perto. Está bem assim?
- Está sim, estou mais tranqüilo! Ele soltou as minhas mãos, chegou perto do meu rosto em direção a minha testa e disse:
- Posso?
- Pode o que?! Eu o olhei - ah! Sim, pode. E me deu um beijo na testa!
Eu corei na mesma hora.
- Monize, tenho que ir me perdoe pelo incômodo.
- já vai começar?
Ele riu e foi embora!
Eu tenho que reconhecer foi um dos dias mais felizes da minha vida. Nunca imaginei que ele iria aparecer. E eu nem tinha me lembrado da Carrei! E no mesmo dia ele retornou, só que de tarde.
-Oi, Monize, nem imaginava que era eu, em?
- Oi, Nem imaginava que era você mesmo!
Que pergunta foi aquela, claro que eu sabia que era ele, eu não conhecia mais ninguém, além dele!
-Quer entrar? Você veio...
-Não, é, vim lhe fazer um pedido!
- Pedido? Serio?
- Sim é serio! Você quer ir jantar na minha casa? Tem alguma coisa melhor pra fazer! Sei lá, se não quiser ir tudo bem, eu vou entender!
- Caio calma, não eu não tenho nada melhor pra fazer. E eu adoraria ir jantar com você na sua casa.
- Sim? Ah! Então vamos. Ele deu um sorriso.
-Vou me trocar, um minutinho.
Quando cheguei a sua casa, fiquei surpresa, a mesa de jantar estava perfeita, a casa dele era Linda, tudo muito trabalhado. Ele puxou a cadeira e apontou.
- Sente-se aqui, minha Rainha.
- Obrigada, meu Rei. Corei de novo.
Ele sorriu.
- Caio, qual é o motivo disso tudo? Cruzei os braços.

domingo, 15 de agosto de 2010

4ª PARTE *-*

Ele parecia se conformar com a vida a dois, ele e a solidão! Tive vontade de rir quando pensei nisso. Não rir de sua solidão, mais da sua vida a Dois. Ironia do Destino. Cheguei a minha casa, olhei para o relógio, e tinha que admitir o tempo passava muito rápido quando estava com ele. Nem o conhecia direito, mais sentia algo diferente, me sentia segura com ele, me tratava tão bem, me fazia rir, me contou suas experiências quando adolescente, por sinal uma adolescência muito conturbada.
No dia seguinte eu poderia dizer que foi cheios de surpresas. Depois de me levantar, desci e fui preparar meu café da manhã, com a roupa de dormir ainda, foi meio que um filme de terror, tipo Carrei a estranha. Eu já vi esse filme, e foi com o a caio, mais isso eu conto outra hora.
Deixando a Carrei de lado, em casa estava muito silencio, estava horrível, então eu liguei o radio só que depois de uns 10 minutos ouvindo musica como Louca, que fui ouvir que alguém batia na minha porta, nem me pergunte o porquê de não ter campainha, você deve saber muito bem, se não sabe, fique sem saber! É horrível. Oh Meu Deus! Quando abri a porta nem acreditei, eu tomei um susto! Era o...
- Caio?! Falei com uma cara de Boba!
- Monize! Como vai? Está surpresa em me ver?
- Não! Quero dizer, estou! Ah! Nem sei.
Claro que eu estava, E que surpresa Boa!
- posso entrar?
- oh meu Deus! Claro que pode, que burrice a minha!
Ele olhou pra mim, e com um rosto angelical abriu um sorriso no canto da boca!
- Quer tomar café? Falei por cima dos ombros!
Ele sentado na cadeira disse – Sim, se não for muito incômodo.
Eu encostei-me à mesa e comecei a rir alto.
- Meu Deus! Virou o que agora? Se não for incômodo? Que horror!
Ele riu também, e ficou sem graça! - Desculpe! Quero sim, lá em casa nem tem comida, eu passo fome às vezes. Ele começou a rir. Conversamos, rimos juntos e nem percebemos que as horas se passavam. Eu olhei no relógio e já eram mais de dez horas da manhã, ele se levantou e disse – Bom, Minha querida muito Obrigado mais tenho que ir, vou cuidar dos meus animais e depois fazer comida, claro ninguém é de ferro!
- Que mentira Caio!
- O que? Não, não estou mentindo. Eu vou cuidar dos animais sim.
-Não sobre essa parte, mais a parte da comida!
Ele riu.
- Você disse que não tem comida na sua casa. Sarcasticamente falei.
- Ah, sim é verdade não tenho mesmo. Então eu vou levar essa tigela de carne...
E ele começou a tirar coisas de cima da minha Pia, abriu a porta da dispensa tirou arroz, feijão...
– Pois bem, agora eu tenho!
E eu só o acompanhava com os olhos e ria. Ele parou e me olhou, os olhos dele tentavam achar alguma coisa nos meus! Eu parei de rir e fiquei olhando fixamente para os dele também! Colocou na mesa as coisas que estavam em suas mãos, pegou as minhas e disse o que eu nunca pensei que iria escutar.
– Monize, me prometa uma coisa?

sábado, 14 de agosto de 2010

3ª PARTE

Rapidamente levantou a cabeça, enxugou as lagrimas e disse:
- ah olá Monize, é, o que faz aqui essa hora? Sempre vem pela tarde, me pegou de surpresa. Ele abaixou a cabeça respirou fundo e me chamou com a mão!
Perguntei a ele se ele estava ocupado ou já ia embora, ele disse que não. Só estava pensando um pouco.
– Posso? Apontei para lado vazio ao seu lado.
– Acho que pode Monize, pode sim.
Caio não tirou os olhos de mim, eu o olhei bem em seus olhos, ele por sua vez, olhou profundamente para mim e desceu os olhos para as minhas mãos, olhou e com toda delicadeza do mundo disse:
- Monize, vejo que não usas aliança alguma, você... Ele parou por uns três segundos e continuou. Você é casada? Tem namorado? Mora sozinha?
– Casada? Eu comecei a rir. Não mesmo, só tive namorados, mais nunca um BOM demais pra ser o HOMEM DA MINHA VIDA e meu MARIDO, sabe é difícil encontrar o homem PERFEITO. Alias, não existe homem perfeito.
Ele me olhou e simplesmente riu. Eu o fitei com um olhar serio, levantei e perguntei com um tom de voz grave:
- Qual é a graça, tenho cara de palhaça ou outra coisa?
Ele parou de rir e olhou para mim!
– Senhorita Monize mil perdoes, eu não achei graça nenhuma e muito menos acho que tenha cara de palhaça!
- Então, se não achas porque fizestes isso?
Ele se levantou tocou meu braço e pediu que me sentasse ao seu lado, que ele explicaria tudo. Então o fiz, mas sem dar o braço a torcer.
– Me perdoe novamente, o único motivo daquelas risadas, foram porque eu achei muito engraçado o jeito que você falava, parecia que você ia voar, parecia que estava nas nuvens, mais eu achei lindo como você falou, falou com tanta certeza e principalmente com amor. Fazia muito tempo que não ria, muitos problemas na minha vida, mas são problemas dos quais não gosto de lembrar.
Conversamos varias coisas, sobre sua família, sua adolescência. Disse que era o mais novo de três irmãos, que veio morar sozinho pra cá aos 18 anos eu o perguntei quantos anos tinha, ele riu e mudou de assunto.
-Em fim. Eu falei só de mim, mais prometa que vai falar sobre você também.
Ele olhou no relógio.
- Monize, está ficando tarde acho melhor você ir, temos que almoçar ainda.
- Ah sim, é verdade, então até amanhã. Então me despedi mais um dia de Caio. Acho que era muito cedo pra dizer que estava gostando dele. Isso tudo foi tão rápido, tudo muito estranho, mais e se ele não sentisse a mesma coisa?



Amanhã posto mais, Bjs amores! :)

sexta-feira, 13 de agosto de 2010

2ª parte

Chegou perto de mim e sorriu, nunca vira um sorriso mais lindo, um sorriso verdadeiro. Então ele perguntou meu nome, eu o disse: Monize.
Retrucou: - O meu é Caio, Prazer em conhecê-la Senhora.
Ele estendeu a sua mão e apertou a minha.
- O prazer é meu Caio. Um sorriso se abriu no canto de sua boca. E nos seguimos.
Meu coração simplesmente bateu mais forte do que o normal. Respirei fundo, criei coragem e perguntei:
- Hum, senhor Caio, Bom, eu moro a 1 kl daqui e nunca soube que moravam pessoas aqui, nessa parte.
- Me chame só de Caio, por favor...
– ah sim, tudo bem. E pode me chamar de Monize, só Monize, logo falei o interrompendo.
- Pois bem Monize, como eu já ia lhe dizendo, moro aqui já faz muito tempo, mais eu não sou muito social sabe, não saio muito, não gosto muito de lugares cheios, já fui assim quando morava em outro lugar. Mas agora prefiro isso aqui. E olha que esse lugar é bem mais bonito que qualquer lugar da redondeza, não acha?
Respondi imediatamente: - acho sim, é bem mais bonito mesmo. Caio desculpe minha indelicadeza, mais sempre venho aqui nesse campo, e sempre o via. Só que nunca tive a oportunidade de me apresentar.
Ele parou de andar e olhou nos meus olhos um bom tempo, fiquei um pouco assustada, mais logo ele andou e disse:
- Bom, não sabia que me vigiava. Desculpe, vamos logo. Sacudiu sua cabeça e esfregou os olhos, andou mais rápido do que antes, e eu tive que acompanhá-lo.

Ele me acompanhou até chegar a minha casa, deixou-me bem na porta e disse-me: Monize me desculpe por passar o resto do caminho calado, peço que nunca mais vá sozinha pra li, apesar de ser o caminho de minha casa é muito perigoso. Tome cuidado!
– Hum, obrigada por avisar, mais eu sei me cuidar, Boa noite Caio. E ele se foi, no meio da escuridão desapareceu. Eu fiquei feliz, mas eu sabia que saber o seu nome era só o começo!
Entrei em casa, tomei um banho e dormir.
No dia seguinte fui novamente, mais dessa vez fui de manhã, tinha virado uma rotina, plena convicção eu tinha que iria encontrá-lo e foi assim mesmo como aconteceu. Cheguei ao campo e lá estava ele sentando como todos os dias.
Comecei a caminhar em sua direção e acenei.
- Caio? Oi? Sou eu Monize!.
'POSTO A CONTINUAÇÃO AMANHÃ! bjs amores! :)

terça-feira, 10 de agosto de 2010

'A HISTÓRIA DE NÓS DOIS' De Monique Alvarenga

Foi numa tarde que quase nos encontramos de novo. Saí de casa e fui passear no campo, vi o mesmo homem sozinho ali sentando no chão, sempre com o mesmo semblante. Não me atrevi a chegar perto, não sabia qual seria a reação dele, então o deixei ali, e parti. Aquele homem chamava minha atenção. Queria saber mais sobre ele.No dia seguinte acordei bem cedo, comecei a fazer as coisas de casa. Comecei logo pelo quarto que estava uma bagunça, um horror!Eu estava muito curiosa e tinha que ir de novo aquele lugar. Sai de casa apressadamente. Deparei-me com uma cena já vista antes, sentado e com a cabeça baixa, parecia que estava chorando, tentei me aproximar, mais ele simplesmente se levantou e foi embora.Caminhei até o lugar em que ele sempre costumava ficar, sentei no mesmo lugar, passei minhas mãos naquela grama fria e macia,

Será que tinha percebido a minha presença? Não, acho que não. Queria ter coragem de vir falar com ele. Minha cabeça dava voltas, pensando nessas coisas. Voltei pra casa mais uma vez com a derrota, sem saber quem ele era e o que sempre fazia ali. A noite chegou e eu não parava de pensar naquele homem. Não costumava ser muito curiosa, pois na verdade não tinha motivos para estar, mais ele despertou algo que nunca ninguém e nada tinha despertado em mim.Acho que o estava atrapalhando, eu nunca fui assim, por que esse interesse todo? Esquecer-me um pouco disso, me faria bem. Passei um bom tempo sem ir ali, mas em uma tarde, depois que eu cheguei do centro até porque era mais de um kl, já eram 6hrs e foi à primeira vez depois de muito tempo que decidi ir. Batizei o campo com o nome de paraíso. Quando cheguei, ele não estava já esperava aquilo, nem esperei muito, fui embora logo. De teimosa eu peguei um atalho, do qual nunca vi e simplesmente para minha surpresa me deparei com uma casa pequena e vi-o ali sentado e sozinho. Meu corpo paralisou, minha boca estava seca.

Sacudi minha cabeça, respirei fundo e falei:- OI, SENHOR, ACHO QUE ME PERDIR, PODERIA-ME DIZER COMO SAIR DAQUI?Confesso que fiquei um pouco com medo de tudo ali. Do ambiente e até mesmo do tal homem! Ele levantou a cabeça, e disse: - Oi minha senhora, se perdeu? É claro que posso lhe mostrar o caminho. Como ele estava um pouco longe, não percebi como ele era. Ele veio em minha direção, meus olhos se arregalaram e confesso que vi no rosto daquele homem uma aparência de cansaço, solidão e tristeza. Mais vi também amor, bondade e principalmente esperança; Tinha olhos e cabelos escuros, sua pele branca mais um pouco queimada do sol. Ele era lindo.


Amanhã posto mais! :D

quarta-feira, 16 de junho de 2010

Já aconselhei muita gente a mudar de profissão(Jornalista) e não me arrependo.
Alguns aceitaram o conselho e se deram bem em atividades mais lucrativas. Outros terminaream em permanecer onde não deveriam. A maioria quebrou a cara. Uma minoria manifestou vontade de quebrar a minha.
"Ricardo Noblat"